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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Doenças Genéticas


1. Síndrome de Chediak-Higashi





Menos de 200 pessoas no mundo foram identificadas com este distúrbio genético que afeta o sistema imunológico, impedindo o corpo de se defender de vírus e bactérias. Além das sérias infecções que geralmente provocam a morte dos pacientes ainda na primeira década de vida, os afetados pela Síndrome de Chediak-Higashi também são albinos e sofrem com hemorragias. Acredita-se que a doença é causada por uma mutação no gene responsável pela regulação do transporte de materiais dentro dos lisossomos, responsáveis por destruir substâncias tóxicas presentes nas células. No entanto, como o quadro clínico da doença ainda não foi completamente composto, a condição permanece enigmática.

 2. Alcaptonúria
Esbarrar por acaso com alguém que sofre desta rara doença genética não é fácil: a alcaptonúria afeta apenas 1 pessoa em cada 1.000.000 de nascimentos. O quadro clínico é causado por uma deficiência da enzima oxidase do ácido homogentísico, ácido tóxico resultante do metabolismo da tirosina, um aminoácido importante para construção de blocos de proteínas. O resultado da ausência dessa enzima é o acumulo do ácido no organismo, principalmente em tecidos conectores, o que causa artrite e fraturas ósseas. Para identificar a doença, um dos principais indícios é a presença do ácido homogentísico na urina, que faz com que ela fique escura quando em contato com o oxigênio. Problemas no coração, pedras nos rins e na próstata são alguns dos outros sintomas causados pela Alcaptonúria.

3. Síndrome de Hermansky-Pudlak

A mutação de pelo menos oito genes está ligada ao desenvolvimento da Síndrome de Hermansky-Pudlak, doença mais frequente em Porto Rico e nos Alpes suíços, que afeta entre 1 em 500.000 e 1 em 1.000.000 de indivíduos no mundo. Além de enfrentarem problemas no funcionamento dos pulmões, intestino, rins e coração, os afetados pela Síndrome sofrem também com a diminuição na pigmentação da pele (que causa albinismo) e problemas de sangramento devido a uma deficiência no armazenamento de plaquetas – que, como você aprendeu nas aulas de biologia, são fundamentais para a coagulação do sangue.
 4. Síndrome de Bardet-Biedl
Obesidade, polidactilia (dedos extras nos pés ou nas mãos), deficiências no aprendizado, diabetes, doenças renais e malformações cardíacas – estes são alguns dos sintomas nada agradáveis da Síndrome de Bardet-Biedl (BBS), que atinge aproximadamente 1 pessoa a cada 160.000 nascimentos. Apesar de a doença ter sido descrita há mais de 80 anos, apenas recentemente foi descoberto que a BBS pode ser causada por mutações em pelo menos 12 genes, e o National Human Genome Research Institute conduz atualmente estudos para entender melhor suas causas e desenvolvimento. 
5. Doença de Gaucher
Uma deficiência na enzima beta-glicosidase, responsável por digerir os lipídios presentes no interior das células, é responsável pelo desenvolvimento da Doença de Gaucher. Sem essas enzimas, o acúmulo dessas substâncias danifica órgãos e tecidos. Aproximadamente 1 em cada 100.000 pessoas é afetada pela doença genética que, além de provocar o aumento do fígado e do baço e a diminuição de plaquetas, pode causar doenças ósseas, cirrose, fibrose e desconforto abdominal. Em casos onde a doença se desenvolve antes do nascimento ou na infância, pode causa inchaço, anormalidades na pele e sérios problemas neurológicos, geralmente levando à morte.
 6. Leucodistrofias
Se você assistiu ao filme O Óleo de Lorenzo provavelmente já conhece um pouco sobre os problemas causados pela leucodistrofia, distúrbio genético que causa a destruição da bainha de mielina – película que protege os nervos e permite os impulsos nervosos. No longa-metragem, lançado em 1992 e inspirado em fatos reais, o garoto Lorenzo sofre com adrenoleucodistrofia (também conhecida como ADL), uma leucodistrofia que atinge aproximadamente 1 em cada 50.000 indivíduos. Apesar do óleo apresentado no longa ajudar a adiar ou reduzir os efeitos da doença, não existe ainda um tratamento definitivo para as leucodistrofias e estudos estão sendo conduzidos atualmente para entender melhor suas causas. Entre os sintomas da doença estão problemas de percepção, disfunção adrenal, perda da memória, da visão, da audição, da fala, deficiência de movimentos e demência.
 7. Doença de Huntington
Você já deve ter ouvido por aí, mas saiba que lá vem um pequeno spoiler: Remy Hadley, personagem do seriado House mais conhecida como Treze, é portadora de uma rara doença genética que atinge 3 ou 7 pessoas a cada 100.000. A integrante da equipe do temperamental doutor-detetive sofre com um distúrbio neurológico hereditário e degenerativo causado por uma mutação genética no cromossoma 4. Este defeito tem como resultado a malformação da proteína “huntington”, que se acumula no cérebro e causa a morte das células nervosas na área responsável pela coordenação de movimento, e no córtex, que controla a percepção, pensamento e memória – funções que são mais freqüentemente afetadas com a progressão da doença cujos sintomas geralmente aparecem na vida adulta.

Aluno: João Pedro Santana Santos
 8ªano B
Links da pesquisa:http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-doencas-geneticas-raras/

domingo, 15 de junho de 2014

Nutrientes


Os lipídios: são biomoléculas compostas por carbono (C), hidrogênio (H) e oxigênio (O), fisicamente caracterizadas por serem insolúveis em água, e solúveis em solventes orgânicos,1 como o álcool, benzina, éter, clorofórmio e acetona.


 

Carboidratos: são as biomoléculas mais abundantes na natureza, constituídas principalmente por carbono, hidrogênio e oxigênio,2 podendo apresentar nitrogênio, fósforo ou enxofre na sua composição.




















Proteínas: são biomoléculas de grande dimensão, ou macromoléculas, constituídas por uma ou mais cadeias de resíduos de aminoácidos. 


 
Essas fotos foram tiradas em um café da manhã na escola, com todos os alunos...                                      
Componentes: Hellen Beatriz,Ellen Eduarda,Elis Regina,Yago Barros,Erica Luzia,Aline Amaral                Série:7º Ano:8º Turma:"A"

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Anatomia do Sistema Reprodutor

SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO


SISTEMA REPRODUTOR FEMININO



Referências:
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/cancer-de-ovario
http://ncoisasn.files.wordpress.com/2011/03/sistema-reprodutor-masculino.jpg
 

domingo, 13 de abril de 2014

Curiosidades sobre o sistema reprodutor humano



Já que estamos conhecendo um pouco mais sobre o sistema reprodutor humano, leiam abaixo algumas curiosidades sobre a fisiologia feminina.
 
Próstata feminina?




Ao contrário do que se acreditava até recentemente, a próstata não é um órgão exclusivamente masculino. Durante muito tempo, a existência da próstata feminina foi negada pelos especialistas.
Estudos recentes, porém, têm demonstrado que a próstata está presente e ativa no organismo feminino e que, apesar de ser 20% menor do que a próstata masculina, apresenta características de secreção proteica. Durante a relação sexual, a glândula libera secreções conhecidas como ejaculação feminina, formadas pelo mesmo líquido presente no caso da próstata masculina.
 Estudos preliminares do Instituto de Biologia da Unicamp indicam que o órgão estaria associado não só com a chamada ejaculação feminina, mas também com a estimulação sexual, uma vez que teria ligação com o ponto G, zona erógena rica em concentração de terminações nervosas e vasos sanguíneos.
Algumas mulheres têm o que os especialistas classificam de hiperandrogenismo, ou seja, apresentam naturalmente dosagens mais elevadas de testosterona. Uma das manifestações que acompanham o hiperandrogenismo é o hirsutismo, que consiste no crescimento de pelos em áreas do rosto; outra é o ovário policístico. Mulheres com esses problemas devem merecer um cuidado especial por parte dos ginecologistas, pois podem vir a apresentar patologias ligadas ao desenvolvimento da próstata. A mesma atenção precisa ser dada às atletas que fazem uso de anabolizantes e aos transexuais que normalmente são submetidos a tratamentos hormonais complementares. O mesmo é válido em relação às mulheres que utilizam de terapias de reposição hormonal, procedimentos adotados comumente após a menopausa.
No homem, o órgão conta com uma espécie de cápsula que restringe a disseminação das células tumorais. Na mulher, essa proteção não existe, o que permite a livre disseminação dos tumores na cavidade abdominal.

Rivalidade no período fértil 

Mulheres com altos níveis de estrogênio tendem a considerar menos atraentes suas possíveis rivais, é o que diz a profª Mary Fisher, do departamento de psicologia da Universidade York.
A razão desse comportamento, segundo a pesquisadora, seria provocar condições favoráveis ao acasalamento justamente no período da ovulação: "além da autopromoção foi possível identificar pela primeira vez em estudos empíricos o mecanismo de degeneração das concorrentes", diz a pesquisadora.
Portanto não se descuide: quando começar a se desfazer de uma amiga querida ou a apontar defeitos em outras mulheres, lembre-se que você pode estar simplesmente no período fértil.



Viu meninas? Não falamos mal uma das outras só por maldade. É fisiológico. São os hormônios!

Leiam mais em:
 
http://www.bolsademulher.com/estilo/rivalidade-feminina-existe/

Fibras Musculares

Fibras musculares são estruturas que se localizam internamente aos músculos. Todos os músculos esqueléticos possuem grandes quantidades de fibras que variam seu diâmetro de 10 a 80 mn. São estruturas cilíndricas, alongadas, localizadas em toda a extensão do músculo.
Cada fibra muscular é inervada por uma única terminação nervosa que se localiza no centro da fibra, com exceção de 2% das fibras.

Cada músculo do corpo é formado pelas chamadas fibras musculares que podem ser rápidas, lentas e outras com características intermediárias entre as rápidas e lentas.

Cada fibra é composta por inúmeras miofibrilas que internamente contém os filamentos de actina e miosina, tendo aproximadamente 1500 unidades de miosina e 3000 unidades de actina, que vão desencadear a contração muscular após todo um processo de estímulos e potencial de ação.


Na fibra muscular existe o sarcoplasma, que é o local onde se encontra o depósito de grandes quantidades de potássio, magnésio, fosfato, enzimas, organelas celulares e proteínas contráteis, onde cada uma delas terá seu papel de importância no processo de contração muscular.


Unidade Motora:


Cada unidade motora que vem da medula espinal inerva muitas fibras musculares. O valor médio para todos os músculos do corpo pode ser tomado como sendo de cerca de 100 fibras musculares em cada unidade motora.


As fibras de uma unidade motora não ficam agrupadas no músculo, mas sim dispersas por todo o músculo. E estão intercalados entre si com microfeixes de diversas unidades motoras, e isso faz com que unidades distintas se contraiam uma em apoio à outra. As unidades motoras fásicas são constituídas por fibras rápidas, que são pobres em capilares e não resistentes à fadiga. O motoneurônio "Aalfa 1" que tem velocidade de condução alta é que inerva estas unidades motoras. É necessária uma freqüência um pouco mais alta.

As unidades motoras tônicas são compostas por fibras musculares lentas ricas em capilares e resistentes à fadiga. Sua inervação é pelo motoneurônio "A alfa 2" cuja velocidade de condução do estímulo é lenta. 


Fibras Musculares Rápidas e Lentas
 

Todo músculo esquelético do corpo possui fibras de contração rápida e de contração lenta. Suas diferenças estão tanto em suas características estruturais quanto funcionais.
As fibras de contração rápida podem proporcionar grandes quantidades de potência de contração, podendo suportar trabalhos de segundos a um minuto. Por outro lado, as fibras de contração lenta são responsáveis pela resistência da contração, permitindo forças suficientes para contrações prolongadas, podendo persistir por vários minutos ou horas.

A quantidade de fibras de contrações rápidas ou lentas que um músculo pode possuir, vai depender do papel que esse músculo desempenha no corpo. Um músculo com função de resistência, sustentação, que responde de forma lenta, suportando maior tempo de contração, possuem maior número de fibras lentas, que são preparadas para atender essas características. As fibras lentas são adaptadas para atividade muscular prolongada e contínua, como a de sustentação do corpo contra a ação da gravidade e atividades esportivas de longa duração como a maratona. Já as fibras rápidas são adaptadas para contrações musculares muito rápidas e fortes, como as que ocorrem nos saltos e corridas curtas.


PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE AS FIBRAS DE CONTRAÇÃO RÁPIDA E DE CONTRAÇÃO LENTA


Fibras Rápidas São duas vezes maiores que as fibras de contração lenta.

  A potência máxima de contração que pode ser alcançada é duas vezes maior que as lentas.

  São Fibras organizadas para potência, velocidade, para contrações rápidas que necessitam de potência elevada.

Fibras Lentas São Fibras de contração lenta que são organizadas para resistência, para gerar energia aeróbica.

  Possuem mais mitocôndrias, e também mioglobinas que vão se combinar com o oxigênio na fibra, aumentando a difusão do mesmo.



  Permite força de contração prolongada por muitos minutos ou horas.

Cada músculo necessita de uma velocidade de contração (duração das contrações). Alguns exemplos podem ser os músculos oculares que devem ser extremamente rápidos para manter a fixação dos olhos sobre objetos específicos. O gastrocnêmio deve contrair-se de forma moderadamente rápida para permitir a velocidade suficiente dos movimentos das pernas, como correr ou pular. No músculo solear a contração é do tipo lenta, para que possa haver a sustentação contínua do corpo na posição em pé contra a ação da gravidade.

Diante dessas descrições, podemos saber, quais as fibras que cada um desses músculos possui em maior quantidade, e quais as que estão em atividades em determinados movimentos. Ou seja, as características funcionais de cada músculo indicam suas características em relação às fibras.

Músculos que respondem de forma lenta com maior tempo de contração possuem maior número de fibras lentas, e músculos que possuem contrações de maior potência com movimentos rápidos possuem maior número de fibras de contração rápida.



Alunos: ANNE CAROLAINE, MARTA SAIONARIA, GABRIELLE SILVA, LUCAS WENDEL, JADIEL

http://www.ck.com.br/materias/186-fibras-musculares.html